Agora eu sinto aquele vento forte que estava batendo na colina, agora eu sinto os passos dos gigantes vindo até mim. É uma guerra que eles criaram, e eu nunca usei uma amardura de verdade, por isso meu corpo é cheio de buracos que nunca vão cicatrizar, eu nunca achei que iria precisar de uma armadura. Quando o vento fica mais frio e a noite chega eu olho pela janela e posso ver toda a melancolia que cobre todas as casas, fecho os olhos e me vejo cavalgando em um corcel negro e veloz. Ele me faz tão bem, esse corcel, parace me levar para longe de todas as coisas das quais eu nunca pensei em conhecer, ele me faz parecer livre de um jeito que eu nunca me senti antes, ele me leva para longe da minha racionalidade comprada, ele me leva para longe, e é para lá que eu quero ir.
Corcel.
26 sexta-feira nov 2010
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